FRASE - PENSAMENTO

1- DAI-ME SENHOR A PERSEVERANÇA DAS ONDAS DO MAR, QUE FAZEM DE CADA RECUO UM PONTO DE PARTIDA.

2- Os governos confundem "Padrão Fifa" com "Patrão Fifa", e aí fazem tudo que ela manda. (Blog de Jose Simão).

3- É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida. (Abraham Lincoln)

4- Nada é mais temido por um covarde do que a liberdade de pensamento (Luiz Felipe Pondé).

5- Existe no silêncio uma tão profunda sabedoria que às vezes ele se transforma na mais profunda resposta (Fernando Pessoa).

6- Conheça-te a ti mesmo, torna-te consciente de tua ignorância e serás sábio. - Quatro características deve ter um juiz: ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente, e decidir imparcialmente. (Sócrates).

7- “Deus lapidou a mulher com o cinzel do amor e o malhete da harmonia preparando-a para ser mãe.” (Marikaa)

8- "A espada sem a balança é a força bruta; a balança sem a espada é o direito impotente; completam-se mutuamente: e, na realidade, o direito só reina quando a força dispendida pela justiça para empunhar a espada corresponde à habilidade que emprega em manejar a balança". Rudolf von Ihering
9- "Uma Nação, com N maiúsculo, precisa de eficiência de alto a baixo - desde a rede de energia até a rede de esgoto". (Alex Campos - Jornalista)
10- "Não vamos desistir do Brasil". (Eduardo Campos)
11- Devemos entregar nossas questões ambientais aos ambientalistas, aos técnicos ambientais, e aos geólogos, se desejarmos alguma conquista, pois se deixarmos por conta da Justiça, dos Tribunais, dos políticos, não haverá solução.
12- Preliminarmente urge dizer:
"Sei que minha caminhada tem um destino e um sentido, por isto devo medir meus passos, devo prestar atenção no que faço e no que fazem os que por mim também passam ou pelos quais passo eu... " Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho, cansando-se mais cedo... Todavia, quando o cansaço houver chegado, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente, quando houver quem me auxilie..." E, pode-se dizer mais, que nesta caminhada descobre-se que a aposentadoria não é concreta (apesar do Decreto), é abstrata, um novo estado de espírito, de quem sai da ativa para a inativa, "in casu" torna-se uma "via crucis", um sofrimento que impede um planejamento futuro. Se alguém chegou, haverei de também chegar, ainda acreditando que tenho forças e que haverá quem me seja justo." (pelo blogueiro à época dirigido ao Conselheiro do TCE-RJ).

terça-feira, 8 de setembro de 2015

DILMA E PETISTA EVA CHIAVON TIRAM PODERES DOS MILITARES E REPASSAM PARA CIVIS

Dilma tira poderes de comandantes militares

Como se já não bastassem as crises política e econômica que atingem o governo, o Palácio do Planalto, agora, resolveu criar problemas com a área militar. Na quinta-feira da semana passada, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto 8.515, que estava na gaveta da Casa Civil há mais de três anos, tirando poderes dos comandantes militares e delegando ao ministro da Defesa competência para assinar atos relativos a pessoal militar, como transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos, reforma de oficiais da ativa e da reserva, promoção aos postos de oficiais superiores e até nomeação de capelães militares, entre outros. Hoje, estes atos são assinados pelos comandantes militares. A medida foi recebida com "surpresa", "estranheza" e "desconfiança" pela cúpula militar, que não foi informada que ela seria assinada pela presidente e publicada no Diário Oficial de sexta-feira.

A responsabilidade pela decisão de o decreto ter saído do fundo da gaveta para o DO estava sendo considerada um mistério. No final do dia, no entanto, a Casa Civil informou que o envio do decreto à presidente atendeu a uma solicitação da Secretaria-geral do Ministério da Defesa, comandada pela petista Eva Maria Chiavon. Mas todos ainda buscam explicações claras sobre o que realmente aconteceu neste processo.

O comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que estava ocupando o cargo de ministro interino da Defesa, e que viu seu nome publicado no DO endossando o decreto, disse que não sabia da existência dele. "O decreto não passou por mim. Meu nome apareceu só porque eu era ministro da Defesa interino. Não era do meu conhecimento", resumiu o comandante, ao deixar o desfile de 7 de setembro, sem querer polemizar sobre o seu teor.

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, que estava na China quando o decreto foi editado, também demonstrou surpresa com a publicação durante sua ausência do País. "Posso assegurar que não há nenhum interesse da presidente Dilma tirar poderes naturais e originais dos comandantes", afirmou ao Estado. "Ainda não estudei o decreto, mas ele visa normatizar as prerrogativas de cada instância com a criação do Ministério da Defesa e não tirar o que é da instância dos comandantes", justificou. Wagner lembrou que o decreto só entra em vigor em 14 dias e que, portanto, "qualquer erro ainda pode ser corrigido". O texto fala ainda que a competência prevista nos incisos do decreto podem ser subdelegadas pelo ministro da Defesa aos comandantes.

Os militares se mostraram bastante "incomodados" com o ocorrido.

O decreto gerou "uma histeria geral", pela maneira como foi feita a publicação, sem que a cúpula militar fosse sequer avisada. "Há uma preocupação de que este decreto, que estava dormindo há anos, foi resgatado por algum radical do mal ou oportunista, com intuito de criar problema", observou um oficial-general consultado pelo Estado, ao lembrar que a publicação do texto agora, foi "absolutamente desnecessária".

Outro militar observou que "faltou habilidade política de quem tirou o decreto da cartola, em um momento em que o governo já enfrenta tantas dificuldades, criando uma nova aresta, pela forma como foi feita". Este mesmo militar comentou que, mesmo o ministro da Defesa podendo delegar aos comandantes os poderes previstos no decreto, a medida é uma retirada de atribuição dos chefes das três forças e que, no mínimo, a boa regra de relacionamento, ensina que você avise a quem será atingido. O decreto anterior dizia que os ministros do Exército, da Marinha e da Aeronáutica eram os responsáveis pela edição de atos relativos ao pessoal militar. A delegação continuou com os comandantes, mesmo depois da criação do Ministério da Defesa, há 16 anos.


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DECRETO Nº 8.515, DE 3 DE SETEMBRO DE 2015

            Delega competência ao Ministro de Estado da Defesa para a edição de atos relativos a pessoal militar.

            A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,
DECRETA:

Art. 1º Fica delegada competência ao Ministro de Estado da Defesa para editar os seguintes atos relativos a militares:
I - transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
II - reforma de oficiais da ativa e da reserva e de oficial-general da ativa, após sua exoneração ou dispensa de cargo ou comissão pelo Presidente da República;
III - demissão a pedido, ex officio ou em virtude de sentença transitada em julgado de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
IV - promoção aos postos de oficiais superiores;
V - promoção post mortem de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
VI - agregação ou reversão de militares;
VII - designação e dispensa de militares para missão de caráter eventual ou transitória no exterior;
VIII - nomeação e exoneração de militares, exceto oficiais-generais, para cargos e comissões no exterior criados por ato do Presidente da República;
IX - nomeação e exoneração de membros efetivos e suplentes de comissões de promoções de oficiais;
X - nomeação ao primeiro posto de oficiais dos diversos corpos, quadros, armas e serviços;
XI - nomeação de capelães militares;
XII - melhoria ou retificação de remuneração de militares na inatividade, inclusive auxílio invalidez, quando a concessão não houver ocorrido por ato do Presidente da República;
XIII - concessão de condecorações destinadas a militares, observada a ordem contida no Decreto nº 40.556, de 17 de dezembro de 1956, destinadas a:
a) recompensar os bons serviços militares;
b) recompensar a contribuição ao esforço nacional de guerra;
c) reconhecer os serviços prestados às Forças Armadas;
d) reconhecer a dedicação à profissão e o interesse pelo seu aprimoramento; e
e) premiar a aplicação aos estudos militares ou à instrução militar;
XIV - concessão de pensão a beneficiários de oficiais, conforme disposto no Decreto nº 79.917, de 8 de julho de 1977;
XV - execução do disposto no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias;
XVI - exclusão de praças do serviço ativo; e
XVII - autorização de oficial para ser nomeado ou admitido em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, inclusive da administração indireta.
Art. 2º O Ministro de Estado da Defesa editará:
I - os atos normativos sobre organização, permanência, exclusão e transferência de corpos, quadros, armas, serviços e categorias de oficiais superiores, intermediários e subalternos; e
II - os atos complementares necessários para a execução deste Decreto.
Parágrafo único. A competência prevista nos incisos I e II poderá ser subdelegada aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor quatorze dias após a data de sua publicação.
Art. 4º Ficam revogados:
I - o Decreto nº 62.104, de 11 de janeiro de 1968; e
II - o Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998.
Brasília, 3 de setembro de 2015; 194º da Independência e 127º da República.
DILMA ROUSSEFF
Eduardo Bacellar Leal Ferreira
Este texto não substitui o publicado no DOU de  4.9.2015

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

SENADO - PECs - TEXTOS APROVADOS - DOAÇÃO DE EMPRESAS - COTA PARA MULHERES



SENADO - PECs - TEXTOS APROVADOS

Senado aprova fim da doação de empresas em campanhas eleitorais

Minutos antes, plenário havia reduzido limite de doação de empresa a partido.
Projeto, que veio da Câmara, tem de voltar para nova análise dos deputados.

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), por 36 votos a 31, o fim do financiamento por empresas de campanhas de partidos. A votação da proposta ocorreu minutos após a aprovação de texto-base que limitava a R$ 10 milhões a doação de empresas a partidos políticos.

Os senadores começaram a votar nesta quarta projeto de reforma política que foi encaminhado pela Câmara e alterado por comissão do Senado. Os senadores ainda precisam analisar outras propostas de alteração de trechos do texto-base. Em seguida, devido às mudanças sobre a proposta aprovada na Câmara, o texto voltará a ser analisado pelos deputados. O projeto foi aprovado como um complemento à proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma política.

O texto-base do projeto, aprovado menos de uma hora antes, previa R$ 10 milhões de limite de doação de empresas a partidos políticos, sem incluir a doação a candidatos. O projeto da Câmara previa limite de doação a empresas de R$ 20 milhões.

Depois da votação do texto-base, o próprio relator da proposta, senador Romero Jucá (PMDB-RR) apresentou uma proposta de alteração no texto, sugerindo acabar com a doação não só a candidatos, mas também a partidos.

A proposta, no entanto, não acaba com doações feitas por pessoas físicas a candidatos. “A minha subemenda permite só doação de pessoa física a candidato, com limite do rendimento que a pessoa teve no ano anterior. Votar sem limite poderia gerar distorção grave”, disse Romero Jucá, que minutos antes havia afirmado que não estabeleceria um limite.

Debate
Durante a discussão do projeto, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defendeu a proibição de doação de pessoa jurídica. "Pessoa jurídica não é cidadã, não tem cidadania, não pode participar", afirmou o parlamentar.
Por outro lado, o líder do PSDB no Senado, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), disse que não há "problema algum" em doação de empresas "desde que não haja extorsão". "Eu já recebi doações de pessoas jurídicas, estão na minha prestação de contas. Nem por isso o meu mandato é meio mandato, é limitado, é vinculado, é tolhido", afirmou o tucano.
Presidente da comissão que estuda a reforma política no Senado, o senador petista Jorge Viana (AC) defendeu o fim das doações feitas por empresas. "Nunca o Brasil precisou tanto de uma manifestação que depure a atividade política, que limpe a atividade política e que nos coloque de novo como pessoas honradas diante da sociedade. E só com o fim do financiamento empresarial é que vamos dar o primeiro passo nesse rumo", opinou.
Para o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), a proibição da doação de empresas pode estimular contribuições "por baixo do pano". "Se nós proibirmos as doações de empresas, elas continuarão existindo por baixo do pano, e nós contribuiremos para criminalizar ainda mais a atividade política no nosso País", disse o senador.

Por meio de nota, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, elogiou a aprovação da proposta. "Parabéns ao Senado da República por exteriorizar o sentimento da nação brasileira. A relação imprópria entre empresas, candidatos e partidos está no germe da corrupção eleitoral e administrativa. A ampla maioria da população quer uma nova forma de fazer política, com redução de gastos de campanhas. Não quer mais campanhas milionárias, Hollywoodianas”, declarou.

Mudança de partido
Outro ponto aprovado pelos senadores na noite desta quarta-feira é a permissão para que políticos detentores de mandato possam se desfiliar de um partido no 13º mês antes da eleição sem perder o mandato – ou seja, um mês antes do fim período de filiação partidária. Para concorrer a cargo eletivo, a pessoa deve estar filiada ao partido há pelo menos um ano antes da data fixada para as eleições.
Na prática, se a regra entrar em vigor, um político que cumpre mandato poderá trocar de partido para concorrer na eleição seguinte pelo novo partido.
Atualmente, uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelece que o detentor de mandato eletivo que se desligar do partido perderá o mandato, salvo nos casos de grave discriminação pessoal, mudança substancial ou desvio reiterado do programa praticado pela legenda ou quando houver “criação, fusão ou incorporação de partido”.

O texto aprovado nesta quarta também estabelece que, a partir de 2020, as emissoras de rádio e TV podem fazer transmissão de debate com candidatos de forma que seja assegurada a participação de candidatos dos partidos que tenham mais de nove deputados federais. Os senadores aprovaram, ainda, emenda que determina impressão dos votos da urna eletrônica, a serem colocados em recipiente lacrado.


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Senado aprova PEC que estabelece cotas para mulheres no Legislativo

Texto prevê reserva de 10% das cadeiras em todas a Casas Legislativas – municipais, estaduais, distrital e federais

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (25) mais uma proposição relacionada à reforma política elaborada pela comissão especial criada para cuidar do tema na Casa. A proposta de emenda à Constituição (PEC) estabelece cotas para mulheres nas vagas do Legislativo.

O texto aprovado prevê reserva de 10% das cadeiras em todas a Casas Legislativas – municipais, estaduais, distrital e federais – nas próximas eleições, 12% nas eleições seguintes e 16% nas que se seguirem. A PEC foi aprovada em primeiro turno e ainda precisa ser votada em segundo turno antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Os deputados já rejeitaram uma proposição que estabelecia cotas para a participação feminina em cargos eletivos, mas o relator na comissão especial, Romero Jucá (PMDB-RR), garantiu que a nova PEC proposta é diferente do texto anterior. Segundo Jucá, a principal diferença é que o texto rejeitado previa cotas permanentes e o de agora estabelece um período de três legislaturas com reserva de espaço.

Várias senadoras presentes na votação comemoraram a aprovação da PEC. Autora de uma legislação que estabeleceu cota para candidatas nas eleições, a senadora Marta Suplicy disse que as mulheres enfrentam ainda muita dificuldade dentro dos partidos.

“É muito importante poder dar essa chance a essas mulheres. E os partidos vão mudar a seleção das candidatas, porque hoje é para fazer número. Precisa haver um número x, então pedem à secretária, à vizinha, à amiga da mulher, a quem quer que seja para ser. Aí nós não temos nem mulheres de verdade competindo e ficamos sempre na mesma situação”, disse.

(Agência Brasil)





MPF QUER VEREADOR NA PRISÃO



MPF quer que vereador de SG volte para prisão

Amarildo Aguiar do PV só está em liberdade através de liminar.

O Ministério Público Federal (MPF) opinou ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que deve ser cassada a liminar que revogou a prisão preventiva do vereador Amarildo Aguiar (PV), de São Gonçalo. No parecer aos desembargadores da 1ª Turma do TRF2, a Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2) citou a existência de várias provas de que um esquema de fraudes ao Sistema Único de Saúde (SUS) foi praticado por uma quadrilha que teria o político como mentor. Amarildo foi preso em julho como alvo da Operação Panacea, que investiga essas fraudes, e é um dos réus da ação penal do MPF já recebida pela Justiça Federal em São Gonçalo. Ele conseguiu um habeas corpus e foi solto há cerca de uma semana.

Para a PRR2, é necessária a prisão do vereador para garantir a ordem pública e por conveniência da instrução criminal. Procurada, a Câmara de Vereadores de São Gonçalo informou que não recebeu nenhuma notificação sobre o assunto e não vai se posicionar.



 

BRASIL - POLÍTICOS - LISTA DA LAVA JATO



POLÍTICOS NA LISTA DA LAVA JATO

Veja os nomes daqueles que serão investigados e dos pedidos arquivados

Publicado em: 6/03/2015 - atualizado às 20h10 do dia 12/03/2015

FILTRAR VEJA MAIS Indícios contra cada um Infográfico: o esquema Próximos passos

Investigados
ANIBAL GOMES deputado federal PMDB - CE
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
ROSEANA SARNEY ex-governadora PMDB - MA
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
EDUARDO CUNHA presidente da Câmara PMDB - RJ
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
SUSPEITA
De acordo com Youssef, ele recebeu propina de Júlio Camargo para viabilizar um contrato de aluguel de um navio plataforma da Samsung junto a Petrobras.
O QUE DIZ
O presidente da Câmara afirmou, no Twitter, que há 'absurdos' contra ele e que o pedido de Rodrigo Janot é uma 'piada' e a lista, 'indecente'. O deputado afirmou também que não há problemas em ser investigado.
RENAN CALHEIROS presidente do Senado PMDB - AL
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
VALDIR RAUPP senador PMDB - RO
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
ROMERO JUCÁ senador PMDB - RR
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
EDISON LOBÃO senador e ex-ministro da Energia PMDB - MA
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
LUIZ FERNANDO PEZÃO governador PMDB - RJ
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
SUSPEITA
Paulo Roberto Costa afirmou ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa dois da campanha do ex-governador Sérgio Cabral na eleição de 2010 e disse que esse dinheiro beneficiou também Pezão.
O QUE DIZ
O governador afirmou que respeita a decisão da Procuradoria Geral da República de pedir abertura de inquérito, mas como 'estapafúrdio' o depoimento do ex-diretor da estatal. 'Estou à disposição da Justiça, só quero ser ouvido. Essa conversa nunca existiu. A acusação é falsa. Meu sigilo bancário está à disposição, só tenho uma conta. Minha declaração de bens é pública e também está disponível', disse.
SÉRGIO CABRAL ex-governador PMDB - RJ
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
SUSPEITA
Paulo Roberto Costa afirmou ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa dois da campanha do ex-governador do Rio de Janeiro na eleição de 2010.
O QUE DIZ
O ex-governador afirmou, por meio de nota, que está com a 'consciência tranquila'. 'Reitero os meus compromissos de toda a minha vida pública de respeito à independência do Ministério Público e do Judiciário brasileiros. Reafirmo que é mentirosa a afirmação do delator Paulo Roberto Costa. Essa reunião jamais aconteceu. Nunca solicitei ao delator apoio financeiro à minha reeleição ao governo do Estado do Rio de Janeiro. Todas as eleições que disputei tiveram suas prestações de contas aprovadas pelas autoridades competentes. Reafirmo o meu repúdio e a minha indignação a essas mentiras.'
REGIS FICHTNER ex-chefe da Casa Civil do RJ PMDB - RJ
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
SUSPEITA
Paulo Roberto Costa afirmou ter arrecadado R$ 30 milhões para o caixa dois da campanha do ex-governador Sérgio Cabral na eleição de 2010 e disse que o operador dos repasses foi o então secretário da Casa Civil Regis Fichtner.
O QUE DIZ
Regis Fichtner afirmou, por meio de sua assessoria, que nunca participou de nenhuma reunião com Paulo Roberto Costa, muito menos para tratar de arrecadação de recursos para campanha. 'Tomarei as medidas cabíveis decorrentes das mentiras declaradas em relação à minha pessoa por parte do Sr. Paulo Roberto Costa, que incluirão pedido para que ele responda pelo crime cometido ao prestar tais declarações', afirmou, na segunda.
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ARTHUR LIRA deputado federal PP - AL
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ROBERTO BRITTO deputado federal PP - BA
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SANDES JÚNIOR deputado federal PP - GO
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ROBERTO BALESTRA deputado federal PP - GO
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WALDIR MARANHÃO deputado federal PP - MA
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LUIZ FERNANDO FARIA deputado federal PP - MG
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AGUINALDO RIBEIRO deputado federal PP - PB
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EDUARDO DA FONTE deputado federal PP - PE
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DILCEU SPERAFICO deputado federal PP - PR
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NELSON MEURER deputado federal PP - PR
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SIMÃO SESSIM deputado federal PP - RJ =
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SUSPEITA
Segundo Youssef, recebeu doação de R$ 200 mil para sua campanha. O deputado, de acordo com o doleiro, recebia repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da 'cota' do PP no esquema de corrupção da Petrobras.
O QUE DIZ
O deputado disse, em nota, ter ficado 'surpreso' com a decisão do ministro Teori Zavascki. 'Constituirei um advogado para acompanhar o processo, com a consciência tranquila, de um homem público que, ao longo dos seus mais de 40 anos de vida pública, nunca teve o seu nome envolvido com irregularidades de qualquer tipo.'
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AFONSO HAMM deputado federal PP - RS
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LUIS CARLOS HEINZE deputado federal PP - RS
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RENATO MOLLING deputado federal PP - RS
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JOSÉ OTÁVIO GERMANO deputado federal PP - RS
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JERÔNIMO GOERGEN deputado federal PP - RS
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MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIO deputado federal PP - SP
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LÁZARO BOTELHO deputado federal PP - TO
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JOÃO LEÃO ex-deputado PP - BA
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LUIZ ARGÔLO ex-deputado do PP, hoje no SDPP - BA
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JOSÉ LINHARES ex-deputado PP - CE
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PEDRO HENRY ex-deputado PP - MT
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PEDRO CÔRREA ex-deputado PP - PE
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
ROBERTO TEIXEIRA ex-deputado PP - PE
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
CARLOS MAGNO ex-deputado PP - RO
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
VILSON COVATTI ex-deputado PP - RS
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
JOÃO PIZZOLATTI ex-deputado PP - SC
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
ALINE CORRÊA ex-deputada PP - SP
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
MÁRIO NEGROMONTE ex-ministro das Cidades PP - BA
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
GLADSON CAMELI senador PP - AC
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
BENEDITO DE LIRA senador PP - AL
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
CIRO NOGUEIRA senador PP - PI
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
ANTÔNIO ANASTASIA senador PSDB - MG
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
FERNANDO BEZERRA COELHO senador PSB - PE
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
FERNANDO COLLOR senador PTB - AL
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
VANDER LOUBET deputado federal PT - MS
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
JOSÉ MENTOR deputado federal PT - SP
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
CÂNDIDO VACCAREZZA ex-deputado PT - SP
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
HUMBERTO COSTA senador PT - PE
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
LINDBERGH FARIAS senador PT - RJ
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA =
SUSPEITA
Paulo Roberto Costa afirmou que autorizou o pagamento de R$ 2 milhões para a campanha ao Senado de 2010 de Farias. Os valores, de acordo com ele, tiveram origem ilícita e foram desviados da Petrobras.
O QUE DIZ
O senador afirmou, em nota, que sua campanha foi pautada pela 'legalidade' e que todas as doações foram declaradas. Segundo Farias, o doleiro Alberto Youssef já afirmou 'categoricamente' que não o conhece. 'Minha indignação é colocarem todos na mesma situação. Igualaram políticos que receberam propinas, pagamentos pessoais, depósitos em conta com doações legais de campanha. [...] Afirmo que provarei minha inocência no andamento da investigação', disse.
GLEISI HOFFMANN senadora PT - PR
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
TIÃO VIANA governador PT - AC
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
JOÃO VACCARI operador PT -
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
FERNANDO BAIANO operador SEM PARTIDO -
VEJA A SUSPEITA E O QUE DIZ A DEFESA
Arquivados
ALEXANDRE JOSÉ DOS SANTOS ex-deputado PMDB - RJ
VEJA O PORQUÊ DE ELE NÃO SER INVESTIGADO = SUSPEITA
Paulo Roberto Costa disse que Santos pediu sua ajuda junto a empresas envolvidas na construção do Comperj para que terrenos do ex-parlamentar fossem alugados pelas empreiteiras. O MPF entendeu não haver indícios para abrir inquérito.

HENRIQUE EDUARDO ALVES deputado federal PMDB - RN
VEJA O PORQUÊ DE ELE NÃO SER INVESTIGADO
AÉCIO NEVES senador PSDB - MG
VEJA O PORQUÊ DE ELE NÃO SER INVESTIGADO
DELCÍDIO AMARAL senador PT - MS
VEJA O PORQUÊ DE ELE NÃO SER INVESTIGADO

Créditos
Edição: Clara Velasco e Thiago Reis (Conteúdo) e Leo Aragão (Infografia)
Design: Karina Almeida, Roberta Jaworski e Thiago Kawano
Desenvolvimento: Rogério Banquieri, Fábio Rosa e Hector Otavio
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